O que era para ser uma simples vistoria de obras se transformou em um espetáculo de violência e autoritarismo. O prefeito de Macapá, Dr. Furlan, protagonizou uma cena digna de filme de ação — só que sem roteiro, sem justificativa e com jornalistas como vítimas reais.
🎥 O vídeo não mente: ao ser questionado pelo jornalista Heverson Castro sobre o atraso nas obras do hospital municipal — iniciadas em 2023 e ainda inacabadas — Furlan perdeu o controle, afastou o microfone e partiu para cima da equipe de imprensa, aplicando um mata-leão em um homem que acompanhava o repórter.
🗣️ “Eu fiz uma pergunta normal. A gente está no nosso papel de imprensa. A gente não está bagunçando”, protestou o jornalista, enquanto era cercado por seguranças e aliados do prefeito.
🚨 Jornalistas detidos, agressões relatadas, confusão generalizada A Guarda Municipal interveio, mas não para proteger os comunicadores: Heverson e seu cinegrafista foram detidos, levados ao Ciosp e depois à Delegacia da Mulher, após duas servidoras da prefeitura alegarem terem sido agredidas — embora não haja imagens que comprovem essas acusações.
📢 A prefeitura se defende, mas a população não se cala Em nota oficial, a gestão municipal alegou que o prefeito foi alvo de agressões verbais e físicas, e que a equipe de jornalistas teria “interrompido a atividade oficial”. Mas nas redes sociais, o que se vê é uma onda de indignação, com cidadãos exigindo respeito à liberdade de imprensa e responsabilização imediata.
⚖️ A pergunta que ecoa em Macapá e além: Desde quando perguntar virou crime? E até quando autoridades vão confundir poder com impunidade?


